Brasil, 21 de julho de 2025 – Aliados do ex‑presidente Jair Bolsonaro afirmam que os Estados Unidos, liderados por Donald Trump, planejam endurecer ainda mais as medidas punitivas contra o Brasil. Segundo relatos à CNN Brasil, seriam cogitadas sanções adicionais nas próximas semanas, que incluem:

 

Elevação da tarifa de importação dos atuais 50% para 100% sobre produtos brasileiros.

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Imposição de sanções segundo a "Lei Magnitsky" contra magistrados do STF, inclusive o ministro Alexandre de Moraes.

 

Adoção de medidas em parceria com a Otan, como expulsão de diplomatas, bloqueio tecnológico (satélites, GPS) e restrições financeiras .

 

 

A mesma fonte indicou que "o Brasil terá uma longa semana a partir do dia 21", e que “todas as opções estão na mesa” na Casa Branca .

 

Contexto da disputa

 

Em 9 de julho, Trump já havia anunciado tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, alegando retribuição às medidas judiciais contra Bolsonaro, descritas por ele como uma "caça às bruxas" .

 

O governo brasileiro, em resposta, abriu negociação para mitigar os efeitos das sanções, enquanto o STF tem seguido com as investigações contra o ex‑presidente .

 

A imprensa internacional aponta que o efeito das medidas vem favorecendo o presidente Lula, ao reforçar o sentimento nacionalista e ganhar apoio político .

 

 

Repercussão política no Brasil

 

Setores críticos ao governo Lula indicam que a escalada de sanções pode prejudicar negociadores e agronegócio e elevar o risco inflacionário no país. Já aliados de Bolsonaro avaliam que a retórica agressiva de Trump pode fortalecer a causa bolsonarista, pressionando o governo brasileiro a reverter decisões do STF .

 

 

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Resumo

Bolsonaristas afirmam que Trump está preparando novas sanções — entre elas, a duplicação da tarifa para 100%, sanções tipo Magnitsky contra ministros do STF, e até restrições tecnológicas — a serem anunciadas a partir de agora.

 

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